
Além do orçamento, o impacto da manutenção de ativos de TI repercute nas rotina das equipes, que passam a lidar com falhas inesperadas, interrupções e retrabalho.
Neste artigo você vai aprender:
O avanço tecnológico dentro das empresas tem sido acompanhado por um aumento gradual nos custos de manutenção de ativos de TI.
De acordo com análise da Evernex, a falta de planejamento, especialmente em ativos que já chegaram ao fim do suporte oficial (EOSL, End of Service Life), pode elevar os custos de manutenção, chegando a múltiplos do valor original.
Na prática, esse cenário não afeta apenas o financeiro. Além do orçamento, o impacto repercute nas rotina das equipes, que passam a lidar com falhas inesperadas, interrupções e retrabalho.
Em muitas empresas, o aumento dos custos de TI é multifatorial, sendo o resultado da soma de pequenas falhas de gestão: licenças expiradas, contratos sendo renovados automaticamente sem uso real ou equipamentos operando além de sua vida útil.
A falta de mapeamento e organização de ativos corrobora para o cenário de manutenção corretiva, geralmente mais cara e menos previsível do que a preventiva, que acontece quando o problema já impactou a operação.
Na contramão, a manutenção preventiva envolve ações planejadas como atualizações, revisões periódicas, monitoramento e substituição antecipada de componentes.
Ambas costumam ser tratadas apenas como categorias técnicas. Mas, na prática, elas representam dois caminhos diferentes de gestão e de custo.
O custo da manutenção corretiva quase nunca está só no reparo. Uma falha inesperada pode significar:
Ao organizar os ativos, mesmo que inicialmente em uma planilha, já é possível:
Para estruturar esse controle, o primeiro passo é categorizar os ativos. Isso ajuda a visualizar melhor onde estão os maiores custos e riscos.
Entre as principais categorias, estão:
Hardware
Inclui todos os equipamentos físicos utilizados no dia a dia da operação, como:
Software e licenças
Abrange tanto ferramentas operacionais quanto soluções específicas:
Infraestrutura e rede
Dispositivos móveis
Essa separação facilita não só o controle, mas também a análise de custos por tipo de ativo.
Para empresas que ainda não utilizam uma ferramenta especializada, a planilha pode ser um ponto de partida. O importante é garantir que ela contemple informações suficientes para tomada de decisão.
Algumas colunas essenciais incluem:
Além disso, incluir colunas voltadas a custos de manutenção pode trazer uma visão mais estratégica:
Esses dados permitem comparar cenários e entender, por exemplo, quando vale mais a pena substituir um equipamento do que continuar investindo em reparos.
Embora a planilha funcione bem para empresas menores, o crescimento da operação tende a aumentar a complexidade da gestão.
Nesses casos, ferramentas especializadas permitem automatizar processos como:
A decisão de migrar costuma acontecer quando o controle manual deixa de ser sustentável, seja pelo volume de ativos, seja pela necessidade de maior precisão nos dados.
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