Faça parte da família Neteye

1 de setembro de 2010

INÍCIO

Brasil é líder no cibercrime

30 de agosto de 2010

Pesquisa da Kaspersky mostra que o país é responsável por entre 3% e 8% dos vírus criados diariamente no mundo

Cerca de 95% dos vírus produzidos no Brasil tem o objetivo de roubar dados bancários e números de cartão de crédito. Na maioria das vezes, o crime acontece quando o internauta acessa uma página da internet cujo código fonte original foi alterado para um malicioso. Durante o acesso, o comando é executado pelo navegador e, entre as ações executadas, está a instalação de malawares na máquina do usuário.

Os vírus também são repassados por redes sociais e comunicadores instantâneos, como o Messenger.  Entre os sistemas operacionais mais afetados por vírus estão o Windows XP, com 57%, o Windows 7, com 32% e o Vista, com 12%.  No ranking de Estados brasileiros com maior índice de infecções estão São Paulo, com 22,5%, Rio de Janeiro, com 18,5% e Distrito Federal, com 10%.

Segurança de dados

Para evitar a contaminação, o recomendado é manter o sistema operacional e os aplicativos atualizados. Além disso, uma solução de segurança é fundamental para manter os dados protegidos. O software Neteye atua especificamente na segurança da informação, além de uma ferramenta que auxilia em todo o processo de gestão da tecnologia da informação das empresas.

Quer experimentar o potencial de segurança de dados do software Neteye na sua empresa?  Faça aqui o download gratuito para até cinco computadores. Para informações sobre suporte técnico ligue 51-3590 8632.

Neteye é a ferramenta para evitar despesas na IESA

23 de agosto de 2010

Gerente de tecnologia utiliza o software Neteye também no controle dos investimentos

Quando passou a integrar a equipe de tecnologia da informação da brasileira IESA Projetos Equipamentos e Montagens S/A, em 2008, Leandro José dos Santos sabia que tinha um grande legado para gerenciar. Só não tinha um controle seguro de tudo. “A segurança é um pilar importante na área da tecnologia da informação. E precisa ser trabalhada com antecedência e eficácia, garante o gerente. Sem o devido auxílio, Santos entende ser quase impossível conhecer os ativos da empresa ou assegurar os melhores investimentos para cada setor.

Para colaborar no aumento da segurança, ainda no princípio do processo de gestão do controle do ativo da IESA, Santos passou a utilizar o software Neteye, especialmente desenvolvido para controlar as informações que circulam no parque tecnológico. E os resultados obtidos com o Neteye foram além das expectativas. O gerente de tecnologia da informação diz que a empresa também conquistou êxito em outro aspecto: a melhor distribuição de recursos. O software, que leva o mesmo nome da empresa de TI Neteye, tem a capacidade de mapear todo o sistema de desktops da Empresa e gerar dados que demonstram quando é preciso realizara manutenção preventiva, melhoramentos parciais e até substituições dos equipamentos conectados em rede. “Relatórios de produtividade passaram a fornecer dados valiosos e que auxiliaram nos investimentos de alguns setores especiais”, completa o gerente da IESA.

Os dados do setor de tecnologia da informação da empresa mostram que para 2009 havia uma expectativa de investimento para 300 equipamentos novos. Com o auxílio do software Neteye, percebeu-se que a real necessidade de gastos caiu para 100 desktops. Uma economia de mais de 50% sobre os valores previstos inicialmente. “Com o software é possível postergar gastos desnecessários e reconhecer quem realmente precisa e merece um upgrade”, revela Santos.

Fábio Santini, responsável pelo software e diretor-presidente da Neteye, disse ser exatamente esse o objetivo do projeto. “O Neteye tem o dever de auxiliar empresas a controlarem suas informações e a prever apenas custos necessários, sem desperdício, gerando produtividade e lucro”, comentou.

A IESA atua nas áreas de negócios de equipamentos e processos, geração de energia, hidrômecânicos, movimentação de materiais, transporte metroferroviário, compensação reativa e serviços de manutenção e modernização de plataformas de petróleo. E com a colaboração do Neteye, a IESA já se prepara para a renovação do controle de licenças ainda em 2010. Para 2011, o setor de tecnologia da informação planeja desenvolver a gestão pró-ativa, a fim de atender a meta de 80% das solicitações da TI da empresa.

 PRINCIPAL

Neteye na Rádio Unisinos

23 de agosto de 2010

Diretor-presidente do Software, Fábio Santini, fala sobre as funcionalidades da ferramenta e a nova parceria com a Unisinos

Durante entrevista à Rádio Unisinos, veiculada às 18h do dia 23 de agosto, Fábio Santini, diretor-presidente da empresa que leva o mesmo nome do software, falou sobre as características da ferramenta e sobre a nova parceria com a Unisinos.  A universidade é a única da América Latina parceira da Sony Entertainment na produção de jogos para PSP, e encontrou no Neteye a ferramenta ideal para a manutenção e segurança das informações produzidas no laboratório do curso de Jogos Digitais da Unisinos.

O software Neteye auxilia as empresas na gestão da segurança da informação. Disponibiliza cinco modalidades desenvolvidas para a proteção dos dados:

- Segurança

- Produtividade

- Inventário

- Desempenho

- Monitoramento

O software é disponibilizado gratuitamente para até cinco computadores, e pode ser adquirido por download no site da Neteye.

Informações pelo telefone 51-3590 8632.

Software Neteye lança sua mais nova versão 5.1

19 de agosto de 2010

O novo formato do Software traz mais eficácia na segurança em rede

Ao comemorar cinco anos de atividades, a empresa de TI Neteye lança o mais novo formato do seu software, o Neteye 5.1. Depois das versões 4 e 5, agora o modelo atualizado do software de segurança em rede está ainda mais aprimorado e maduro para cuidar dos interesses de empresas de pequeno, médio e grande porte.

O Neteye 5.1 traz um novo sistema para registro da produtividade dentro das empresas, além de armazenar os dados de todo arquivo USB, impressões e movimentações nos equipamentos, mesmo quando as estações estiverem fora da rede ou sem conexão com o servidor.

Nessa nova plataforma, o histórico das estações de trabalho está aperfeiçoado e possibilita a inclusão ou exclusão de computadores. Outra novidade é a melhora no desempenho do cliente, seja das estações ou em servidores de Terminal Service.

Com o Neteye 5.1 tudo foi pensado para se ter maior controle sob os recursos empresariais. O novo gráfico de produtividade traz os tempos de uso, movimentação e ociosidade de cada usuário, com a possibilidade de receber o relatório diariamente, por semana ou ao mês e tudo na praticidade do e-mail.

A perseverança é fundamental na busca por bons resultados. E é isso que o Neteye 5.1 garante quando o tema é segurança. As políticas de controle do novo software podem ser persistentes mesmo fora da rede, e agora são configuradas por setor ou por usuário. Inclusive os bloqueios à Internet se tornaram mais persistentes.

Neteye 5.1 amplia a capacidade de monitoramento nas empresas, dando novas permissões a usuários com acesso a console. Outra vantagem dessa nova versão é a facilidade de registro dos equipamentos no módulo Inventário. A captura dos dados se tornou mais ágil, segura e automática. Além disso, os alertas sobre a utilização dos espaços em disco ocorrem por repartição e a configuração do envio está separada do hardware, garantindo mais segurança e confiabilidade nos dados.

Com os benefícios do Neteye 5.1, as empresas ficam muito mais protegidas e seguras dos seus investimentos. Neteye, fazendo a sua empresa ganhar!

Neteye e Unisinos fazem parceria na segurança da informação

18 de agosto de 2010

Curso de Jogos Digitais da Unisinos é o único parceiro da Sony Entertainment com produção para PSP na América Latina

Neteye acorda parceria com UnisinosAo buscar um software voltado à proteção da informação gerada nos laboratórios da graduação em Jogos Digitais da Unisinos, a coordenação do curso não precisou ir longe para adquirir um software capaz de suprir essa necessidade. Pelo contrário, bastou olhar para dentro do próprio campus universitário.

A Unisinos encontrou na Neteye - empresa de TI instalada no Parque Tecnológico São Leopoldo, o Tecnosinos – uma ferramenta capaz de dar conta das principais necessidades do Laboratório de Tecnologias de Jogos Digitais da Sony Entertainment. Entre elas a de monitorar as informações que circulam nos computadores, bloquear páginas da web e dispositivos USB e CD-ROM que possam representar riscos à rede. “Íamos começar a dar aulas na graduação no Laboratório de Tecnologias de Jogos Digitais da Sony Entertainment e a questão segurança é importantíssima. Por isso buscamos a Neteye, para aumentar a segurança do laboratório e permitir maior tranquilidade entre alunos, professores e empresas parceiras”, comenta João Ricardo Bittencourt, coordenador executivo do curso de Jogos Digitais da Unisinos.

A Unisinos é a única universidade na América Latina parceira da Sony para desenvolver projeto. Já Fábio Santini, criador do software Neteye, garante que a adesão da Universidade é mais uma prova da eficiência e da credibilidade da ferramenta no mercado de Tecnologia da Informação. Os avanços da tecnologia são inegáveis, no entanto, também são  acompanhados de ameaças constantes. Quando o assunto é proteção da informação na área de desenvolvimento de games, a atenção à segurança de dados é intensificada com o software Neteye.

Segurança da Informação – O desafio de gerenciar dados

12 de agosto de 2010

Dos 1,5 mil executivos de TI entrevistados pela Symantec, 87% admitem a necessidade de um plano de contingência de dados

O estudo alerta para o risco que empresas correm ao ignorar a necessidade de um plano de segurança da informação. Segundo o levantamento, 75% dos dados das empresas estão armazenados há muitos anos, e acabam se transformando em lixo eletrônico.

A falta de atenção pode levar as empresas a gastos desnecessários com equipamentos de armazenamento e infraestrutura, além da dificuldade na consulta de dados, devido ao acúmulo de infomações.

Segurança garantida

Para garantir a segurança dos dados gerados, a IESA, empresa que trabalha com soluções para a área de infraestrutura, optou pelo software Neteye. Segundo Leandro dos Santos, Gerente de Tecnologia da Informação da IESA, o software atua de forma preventiva.

Além de bloquear vírus e softwares maliciosos, o Neteye também oferece recursos que auxiliam na organização dos dados, no gerenciamento das tarefas exercidas em cada setor da empresa, no acompanhamento detalhado da produtividade dos colaboradores, além da identificação da necessidade de atualização de equipamentos e softwares. De acordo com Leandro, os relatórios produzidos pelo software auxiliam na otimização dos gastos com investimentos, identificando a demanda exata de recursos.

“Hoje, fazemos o controle dos ativos. O Neteye auxilia na tomada de decisões. Sabemos detalhes sobre a evolução dos trabalhos dos colaboradores, controlamos com mais precisão os investimentos em infraestrutura. Conseguimos aplicar recursos nas áreas que realmente precisam, e identificar onde estão as falhas”, completa.

O software Neteye oferece um pacote completo para a administração da estrutura de TI das empresas, e é gratuito para até cinco computadores. A ferramenta disponibiliza cinco módulos:

  • Inventário
  • Segurança
  • Produtividade
  • Desempenho
  • Monitoramento

Para mais informações sobre o software Neteye  ligue 51-3590 8632.

Alianças com segmentos verticais potencializam competição

12 de agosto de 2010

Segundo a Associação Brasileira de Software (Abes), consórcios entre pequenas e médias empresas de um mesmo segmento aumentam a competitividade

A união entre empresas do mesmo segmento ajudam a complementar ofertas e a ganhar escala na venda dos produtos.  De acordo com a Abes, o setor de TI é o que registra maior mortalidade de empresas.  Para o presidente da Associação Brasileira de Software, Gérson Schmitt, as alianças impulsionam os empreendedores na disputa pelo mercado interno e externo.

No Brasil, cerca de 70 mil companhias desenvolvem aplicações e prestam serviços de TI. 94% são micro e pequenas empresas. Em 2009, o setor alcançou o montante de US$ 15,3 bilhões no mercado interno, já o número de exportações aparece de maneira tímida quando comparado ao mercado brasileiro, com cerca de US$ 363 milhões.

Redes Sociais e Malwares: uma ameaça constante às empresas de TI

9 de agosto de 2010

Downloads por meio de redes sociais respondem pelas ações mais freqüentes

A pesquisa da Check Point Software, juntamente com o instituto Ponemon, entrevistou 2.100 profissionais de pequenas e médias empresas, do segmento de TI da França, dos EUA, do Reino Unido, do Japão e da Austrália.

Segundo o estudo, downloads sem atenção à segurança, assim como navegação em buscadores, compartilhamento de arquivos pela web e acesso às redes sociais são as principais atividades. Entre as conseqüências da falta de atenção à segurança no ambiente online, a transmissão de vírus e malwares são a principal ameaça às empresas.

Nesse sentido, o software Neteye se transforma no braço direito da gestão empresarial, agindo como escudo de proteção aos dados da organização.

“A segurança da informação irá garantir a continuidade dos processos da empresa e do negócio em si. Quando há uma falha na segurança, ou ela não existe, o risco de ocorrer fatos como espionagem, sequestro de dados e vazamento de informações é grande”, completa Fábio Santini, criador do software.

Quer saber mais sobre o Neteye? Acesse AQUI ou entre em contato pelo telefone  51-3590 8632.

Novas tendências prometem impactar diretamente no mercado de TI

6 de agosto de 2010

Pesquisa da Gartner mostra mudanças para os próximos 10 anos

Entre as principais mudanças, está a diminuição das rotinas, o que deve atingir cerca de 40% da empresas até 2015 e exigir das corporações um trabalho de equipe mais afinado.  A Gartner ainda sinalizou mais 10 mudanças que prometem transformar o mercado de TI.

1- Valorização do trabalho que dependa da interação humana

A tecnologia deve ser usada para estimular a interação humana, valorizando o trabalho de equipe.

2-      Grupos de trabalho

Trabalhos em grupo, para agilizar soluções, serão mais valorizados do que o trabalho individual.  Além disso, a pesquisa prevê a maior interação e até mesmo dependência de outras áreas da empresa para buscar soluções.

3-      Relacionamento em cadeia

Maior necessidade de explorar redes de contato para a busca de alternativas na resolução de problemas.

4-      Equipes externas

Executivos terão de desenvolver a habilidade de lidar e influenciar diferentes ambientes e áreas nos negócios que estão fora do controle da companhia, o que parte do reconhecimento do potencial coletivo e da identificação de pessoas-chave nos grupos informais. Além disso, o movimento também auxilia na definição de segmentos de mercado.

5-      Processos informais

Torna-se necessários às empresas reconhecer processos que fogem da rotina, mas que contribuem para tomadas de decisão.

6-      Trabalho espontâneo

Ações que não dependem de processo ou funções específicas. De acordo com a consultoria, boa parte dos projetos tendem a surgir de iniciativas como essa.

7-      Simulação e experimentação

A imersão em ambientes simulados substituirá a análise de células em planilhas. O ambiente será construído a partir de tecnologias que consigam identificar e reunir elementos baseados na forma como as pessoas interagem com o conteúdo.

8-      Sensibilidade e novos padrões

A tendência é a de um mercado cada vez menos previsível. Algumas empresas se adiantaram, e já criaram grupos voltados à identificação de padrões emergentes, avaliação de tendências e desenvolvimento de cenários sobre a influência das grandes mudanças.

9-      Hiperconectividade

Necessidade cada vez maior da mistura entre relações formais e informais nas corporações.

10-   Caem barreiras entre vida profissional e pessoal

O local de trabalho passa a ser mais virtual, e os encontros de negócios entre desconhecidos aumentam.  A tendência do trabalho em casa passa a diminuir a divisão entre a vida pessoal e a profissional. Quem não souber administrar a situação pode ter desempenho comprometido.

Busca por segurança turbina negócios em empresas de TI gaúchas

5 de agosto de 2010

A segurança da informação continua sendo o calcanhar de Aquiles do século XXI


Você já pensou sobre a quantidade de informações que recebe diariamente? E já se deu conta de que, assim como recebe, também as gera? Informar significa armazenar ou transferir conteúdos. É uma ação tão natural que nem percebemos quando a realizamos. Parte das informações, compartilhamos com todos, sem restrição. Outras, apenas com alguns. E há aquelas que pertencem apenas ao diário particular, com acesso totalmente restrito.

O processo de circulação de informação das empresas é muito similar ao da nossa vida pessoal. E quando é confidencial, o assunto passa a ser ainda mais sério, pertencendo a uma área de grande importância no ambiente empresarial – a segurança da informação.

A mobilidade e a ebulição das redes sociais, somadas à crise financeira mundial de 2009, que abalou as estruturas de corporações em todo o mundo, estimularam os investimentos em segurança da informação. Um estudo da Global Information Security, realizado pela Pricewaterhouse Coopers, em parceria com as empresas CIO e CSO, confirma o dado.

O levantamento ouviu 7,3 mil executivos das áreas de TI e negócios, dos quais 692 atuam no Brasil. A pesquisa mostra um panorama interessante no país: do total de executivos, quase metade (44%) diz ser a crise mundial um dos principais fatores para o aumento da preocupação com a segurança da informação. Destes, 27% projetam crescimento de, aproximadamente, 10% em investimentos na área para o ano de 2010. Já 16% dos executivos estimam incremento de 30% no orçamento, e 12% deles projetam valores acima de 30% para o setor.

Prova da expansão dos investimentos, a gaúcha Neteye, especializada no setor de tecnologia e segurança da informação, viu um crescimento médio de 40% nos negócios, só nos primeiros sete meses de 2010. Conforme Fábio Santini, idealizador do software Neteye e diretor presidente da empresa, a porcentagem representa a marca dos 20 mil computadores em rede protegidos. O software desenvolvido por Santini ganhou novas versões desde 2004, em função da alta procura por segurança nas informações corporativas que empresas de pequeno, médio e grande porte vêm buscando.

A crise global aumentou a atenção das corporações para a segurança da informação, no entanto, a área ainda se mostra como o calcanhar de Aquiles de muitas empresas. Uma pesquisa realizada pela norte-americana Cyber-Ark revela que parte dos furos na rede de proteção das informações é proporcionada por antigos funcionários. Além disso, o descuido com o armazenamento das informações, muitas vezes espalhadas em diferentes computadores e dispositivos móveis, somado à desatualização de softwares de proteção, é um forte componente que auxilia no vazamento de segredos empresariais.

Cláudio Márcio Wocikowski, líder de infraestrutura da Benner Soluções, companhia de gestão, planejamento e soluções de segurança da informação, garante que todos têm responsabilidades com a segurança das informações das empresas. “As gerências, os colaboradores e os softwares precisam estar prontos para o fato de que a informação pode ser uma moeda valiosa, a ponto de ser roubada e de várias formas” diz. Da preocupação para a ação, a própria Benner, com a ajuda do software gaúcho Neteye, está implantando um setor especializado em política de segurança. Na visão de Wocikowski, esse deveria ser um movimento copiado por outras companhias de TI.

Tamanho é o interesse por sigilo das empresas, quando dos clientes. Torna-se mais comum contratos preverem a proteção de dados, repassados a empresas de gestão da informação. Além de dar o máximo de garantias aos clientes, as empresas que investem em TI estão conquistando não apenas segurança, mas credibilidade.

Neteye tem crescimento de 40% nos negócios em 2010

4 de agosto de 2010

Expansão se deu pela alta procura por mais segurança nas informações corporativas

Só nos primeiros sete meses de 2010, os 25 novos clientes da Neteye representaram um aumento de 40% nos negócios da empresa de TI, especializada no setor de segurança da informação. Conforme Fábio Santini, idealizador do software Neteye e diretor presidente da empresa, a porcentagem representa a marca dos 20 mil computadores em rede protegidos. O software desenvolvido por Santini ganhou novas versões desde 2004, em função da alta procura por segurança nas informações corporativas que empresas de pequeno, médio e grande porte vêm buscando. Com o software é possível atuar preventivamente sobre esse tendão de Aquiles de muitas empresas. O descuido no armazenamento das informações, muitas vezes espalhadas em diferentes computadores e dispositivos móveis, somado à desatualização de softwares de proteção, é um forte componente que auxilia no vazamento de segredos empresariais. Até o final do ano, espera-se que os negócios da Neteye tragam números ainda melhores. A média de atendimentos realizada de janeiro a julho representa as empresas com redes médias e grandes. Empreendimentos de até cinco computadores, o software Neteye é gratuito.

TI pode ter investimento de mais R$32 milhões no segundo semestre de 2010

4 de agosto de 2010

A perspectiva é da consultoria norte-americana IDC

As projeções incluem tanto o mercado de TI quanto o de Telecomunicações brasileiro.  A expectativa é de vendas para 58 países, e pode atingir crescimento de aproximadamente 15% no segundo semestre de 2010.  A estimativa é de que o mercado continue em  amplo crescimento, e até 2014 deve criar mais US$ 18 bilhões de novas receitas em TI.

No segmento corporativo de Tecnologia da Informação, o conceito Cloud Computing é o que apresenta mais propensão de crescimento. De acordo com Reinaldo Roveri, gerente de pesquisas e análises da IDC no Brasil, o modo como se adquire TI está mudando, e as empresas que não se adaptarem às novas demandas e modelos de entrega podem sofrer à médio e longo prazo.  “O que vemos hoje é uma busca constante pela redução de custos operacionais por meio do que o mercado chama de ‘descapitalização’ das áreas de TI, ou seja, a entrega dos ativos de TI para empresas parceiras que, além da manutenção e gerenciamento do ambiente, passarão a absorver cada vez mais a responsabilidade pelos ativos dos clientes, transformando tudo em serviços”, diz Roveri.

De acordo com as pesquisas do IDC, o Brasil está entre os 10 países que mais investem em Tecnologia da Informação no mundo.  Na projeção de crescimento médio para os próximos quatro anos, apenas Brasil e China figuram na lista dos países considerados emergentes.

Brasil é 42º na economia digital

30 de julho de 2010

Entre os países da América Latina, o Brasil está em segundo lugar na lista dos países com maior utilização da internet

O Brasil fica apenas atrás do Chile quando o assunto é utilização da internet na América Latina. No entanto, a posição decai bruscamente quando comparado mundialmente. A pesquisa foi realizada pela IBM, em parceria com a unidade britânica da revista The Economist, que analisa a capacidade de absorção das tecnologias de informação e comunicação (TIC), e também aplicação no desenvolvimento econômico social.

Segundo dados da pesquisa, o Brasil melhorou no quesito oportunidades de negócios e atração de investimentos estrangeiros, no entanto, não apresentou bons resultados quando o assunto é visão e política de governo. Na categoria infraestrutura de tecnologia e conectividade o país regrediu, em comparação com o ano passado.  Já quanto o acesso a telefones cresceu, e registrou a melhor pontuação do Brasil.

*Dados de TI Inside

Menos impostos para a Inovação

28 de julho de 2010

Medida provisória assinada pelo presidente Lula garante isenção de impostos para empresas que obtiverem recursos públicos não reembolsáveis

A medida corrige uma falha na Lei de Inovação Tecnológica número 10.973,de 2000, que estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. A lei sujeitava as empresas a tributos e contribuições aplicados ao financiamento.

A partir de agora, os impostos cobrados sobre os valores repassados às empresas  pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do MCT, não serão mais cobrados. A medida faz parte de um conjunto de ações para estimular a inovação tecnológica no Brasil. A MP se soma a uma outra medida, que permite aos Estados a compra de produtos de empresas brasileiras mesmo que sejam mais caros do que os importados, com o intuito de fomentar as novas tecnologias do país.